Um narcisista é uma pessoa que possui traços de personalidade associados ao narcisismo. Essa característica pode se manifestar de várias maneiras, mas geralmente inclui um sentimento exagerado de importância própria, necessidade de admiração e falta de empatia pelos outros. Narcisistas frequentemente se comportam de maneira arrogante e têm dificuldade em lidar com críticas ou rejeição. O narcisismo é considerado um espectro, com alguns indivíduos apresentando traços narcisistas de forma mais leve, enquanto outros podem ser diagnosticados com Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), que é uma condição mais severa e pode causar problemas significativos nos relacionamentos pessoais e profissionais. É importante lembrar que o diagnóstico de TPN deve ser feito por um profissional de saúde mental qualificado. Se você quiser saber mais ou precisa de apoio relacionado a essa questão, estou aqui para ajudar.
A discriminação no ambiente de trabalho é uma realidade que afeta muitas pessoas que, por serem diferentes, enfrentam barreiras não apenas para entrar, mas também para progredir em suas carreiras. Este texto busca refletir sobre como a empatia pode combater a arrogância, intolerância e soberba, criando um ambiente de trabalho mais inclusivo e justo. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entender e compartilhar os sentimentos alheios. No contexto profissional, ela é fundamental para reconhecer e valorizar as diferenças individuais. Quando os líderes e colegas de trabalho exercem a empatia, eles criam um espaço onde todos se sentem ouvidos e respeitados, independentemente de suas origens, identidades ou habilidades. Por outro lado, a arrogância é uma atitude de superioridade que pode levar à discriminação. Ela se manifesta quando alguém acredita ser melhor do que os outros e age de maneira desdenhosa. A arrogância no trabalho pode silenciar vozes importan...
Silêncio no Campus Capítulo 4 – O Atentado O tempo pareceu parar no instante em que a figura misteriosa avançou alguns passos pelo corredor central. Os olhares se voltaram para ele, mas ninguém se moveu. Havia algo de sinistro em seu silêncio, como se carregasse a decisão já tomada. Gabriel, ainda no púlpito, não recuou. Sua mão continuava apoiada sobre a Bíblia aberta, e sua respiração acelerada contrastava com a firmeza da postura. O auditório inteiro parecia dividido entre correr para a saída ou esperar que alguém fizesse algo. De repente, um brilho metálico surgiu na mão do agressor. Um grito cortou o salão: — Ele está armado! O caos se instaurou. Cadeiras tombaram, cartazes voaram, estudantes se empurravam em direção às portas. Mas, em meio ao tumulto, o olhar do homem permaneceu fixo em Gabriel, como se todo o resto fosse apenas ruído. O primeiro disparo ecoou com violência, fazendo as paredes vibrarem. Gabriel foi atingido no ombro e cambaleou para trás, apoiando-se na mes...
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